Estado do Livro: Bem conservado.
Este livro nasce de um tempo em que o futuro deixou de ser promessa e passou a ser silêncio. António Feio escreve a partir do lugar mais frágil e mais verdadeiro: o da consciência da finitude. Sem sentimentalismos nem máscaras, partilha pensamentos, memórias, medos, sonhos e afectos, numa conversa directa com quem lê.
Entre o palco e a doença, a infância e a maturidade, o riso e o cansaço, estas páginas são um apelo simples e urgente: viver com atenção, não adiar o essencial, não desistir. Um testemunho humano, generoso e profundamente solidário, onde a vida é chamada pelo nome, mesmo quando dói.
Índice
Nota do editor
Dedicatória
Colinho
Pai p’ra mim, pai p’ra todos
Dá-me guitarra
José Pedro Gomes
Jorge Mourato
Sandra Faria
Introdução
A luta nunca será inglória
O pino contra a parede!!!
Se pudesse voltar atrás
A importância de ter sonhos
Sonhos de infância
Ser músico
Ter uma mota
Ter um estúdio fotográfico
Ter um Porsche
Sonhos de adulto
Ter filhos
Ser avô
Fazer espectáculos de sucesso
Viajar
Manter a chama viva
Ser um herói
Mensagens de apoio
O cancro
Escrever torto por linhas esquerdas
Como reagi à notícia da doença
As origens e o teatro
Saudades do que se passou
Os tratamentos
Dia mundial da saúde
Ser operado
A relação com os médicos
Falar sobre a doença
Uma nova vida
Destino ou «erro humano»?
As grandes alegrias que tive na vida
O melhor e o pior de mim
Curiosidades pessoais
Amizades de palco
A fama
A melhor mensagem que algum dia recebi de uma fã
A página de fãs no Facebook
Quando as cores ganham mais cor e os sabores ficam mais intensos
Quem me inspira a ter força?!
Como não parar?!
Não tenho de morrer
Se me dissessem que não tinha hipótese
Os últimos tempos
Onde fica Deus?
Vou ter pena de deixar
Posfácio por Dr. Nuno Gil
Posfácio por Dra. Isabel Neto
Carta de despedida
Mini-Mint – diário do António