Estado do Livro: Capa desgastada. Páginas com picos de oxidação.
A Amazónia surge aqui como território físico e como estado de espírito. A viagem que Juan Madrid propõe não se limita ao mapa: é também uma descida às margens humanas do grande rio, onde convivem memória, violência, beleza e abandono. A busca por Diodoro Souza, amigo de infância do narrador, serve de fio condutor para um relato directo, cru e profundamente literário, onde a selva revela tanto o que esconde como o que o mundo prefere não ver. Viajar, neste livro, é olhar sem filtros — e aceitar que algumas viagens mudam quem as faz.