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  • Almeida Garrett - João de Castro Osório
Capa de livro verde e bege com o título Almeida Garrett.
Capa de livro verde e bege com o título Almeida Garrett.
Capa de livro verde e bege com texto na lombada
Livro com lombada verde e bege e texto ALMEIDA GARRETT

Almeida Garrett - João de Castro Osório

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Estado do livro: Capa desgastada. Capa e páginas com manchas de oxidação

Este volume das Edições Panorama reúne pensamentos, ensaios e reflexões de Almeida Garrett, seleccionados e prefaciados por João de Castro Osório, compondo um vasto mosaico sobre identidade nacional, língua portuguesa, paisagem, espiritualidade, tradição literária, crítica social e política.

Ao longo dos capítulos, Garrett observa Portugal com o olhar atento de quem ama e interroga a sua terra: descreve a natureza, evoca monumentos e costumes, examina o espírito do povo, a herança cristã, a arquitectura, a poesia, o teatro e a educação. A obra revela um Garrett ensaísta, preocupado com as raízes culturais e com o futuro do país, reflectindo sobre os perigos do materialismo, da perda de valores, das rupturas políticas e das falsas ilusões modernizadoras.

É um livro de pensamento, não de ficção: um percurso pelas ideias que moldaram parte da consciência cultural portuguesa, iluminando a relação entre literatura, história, identidade e renovação nacional.

Índice

Prefácio VII

I
A Nação e a Terra de Portugal – e a desanimadora, aviltante e destruidora acção dos novos bárbaros
I – O Génio da Nação Marítima 2
II – O Poema Nacional, o cenário do Tejo e a visão redentora 3
III – Lisboa oriental, vista do Tejo 4
IV – A paisagem, desde Belém a Linda-a-Pastora 5
V – As paisagens portuguesas de encanto, e o amor da charneca 6
VI – O despertar do encantamento da paisagem, por uma recordação triste 8
VII – As amargas reflexões que impedem a visão de beleza 9
VIII – Renovo de encantamento da paisagem, no vale de Santarém 11
IX – Paisagem da grandeza de muitos séculos, vista num templo de ruínas 13
X – Estilo da Arquitectura Nacional perdido 15
XI – Santarém, Livro de Pedra, profanado por abatimento da consciência nacional 17
XII – A religião das tradições, a Porta de Atamarma e Nossa Senhora da Vitória de Santarém 18
XIII – O respeito devido aos templos e monumentos da Religião de Cristo e da Religião do Patriotismo 18
XIV – A cidade entregue aos bárbaros 21
XV – Ruínas onde não habita espírito nenhum 23
XVI – Quando o espírito cede ao materialismo 24
XVII – Esperança no povo são de Portugal 26

II
Tradições e Monumentos do Espírito Cristão e Nacional – e o Materialismo Inimigo
I – Raízes na terra natal e nas recordações da infância 30
II – O que vai caindo às mãos dos inovadores plebeus 31
III – Pobre Portugal velho e relho…! 33
IV – Tradição do Santo fundador da Igreja Portucalense 34
V – Uma procissão medieval entre o Porto e Gaia 35
VI – Vale de Amores, uma paisagem destruída 36
VII – O que é possível ao progresso humano 37
VIII – Consequências do materialismo e do liberalismo económico 39
IX – Literatura de hipocrisia 40
X – Relicário das glórias da Nação, condigno destino do templo de Belém 41
XI – Não pode ser senão templo o que é templo, e de tal história 43
XII – Provam os monumentos a unidade nacional desde a Reconquista 44
XIII – Privilégio dos templos e casas de oração 45
XIV – O antigo túmulo e os epitáfios de Luís de Camões 46
XV – Culposa incúria da governação pombalina, e a desafronta da Nação e desagravo do Poeta 48

III
A Língua Portuguesa e os Perenes Princípios da Genuína Realização Literária
I – Valor da Língua Portuguesa, e suas qualidades para o apólogo e para o conto 52
II – Os eternos princípios da verdade, do gosto e da razão, em tudo 52
III – Comparação engrandecedora da Língua Portuguesa, a propósito da palavra saudade 53
IV – Um carácter próprio, que distingue a Língua Portuguesa da Castelhana 57
V – Um confronto engrandecedor do Romanceiro Português 59
VI – Natureza aristocrática da Língua Portuguesa, e deveres que impõe 59
VII – Um Credo Poético nacional 61
VIII – Virtudes e nobreza da Poesia, em oposição ao utilitarismo 66
IX – Consequência inevitável das doutrinas dos utilitários 56
X – A estrela guiadora do coração e da liberdade verdadeira 67
XI – Grandeza do espírito e a consciência e glória genuína do Poeta 67
XII – Sem seita nem partido em Poesia 70

IV
A Renovadora Reacção Romântica e o Profundo Enraizamento nas Tradições Nacionais
I – Necessidade nacional do trabalho de antologia e crítica da Literatura Portuguesa 74
II – Finalidades e valor de renascença da reacção romântica em Portugal 75
III – Complexidade originária da Poesia Portuguesa 77
IV – Uma Nação poética e o valor musical da sua linguagem 78
V – Carácter e gosto românticos em Poetas do Renascimento Português 79
VI – Primeiras tentativas portuguesas da restauração do género romântico 80
VII – A poesia tradicional e as recordações da infância 84
VIII – A primeira tentativa de recriação poética da nossa mitologia popular 81
IX – Substituição da mitologia greco-romana por tradições nacionais 82
X – Activas e engrandecedoras sugestões dos sítios marcados pela tradição 83
XI – Contra o domínio opressivo e anacional da falsa literatura 85
XII – O génio que nacionalizou as influências estranhas 86
XIII – O fecundo retorno às fontes poéticas nacionais 88
XIV – Nenhum povo vive sem poesia 89
XV – A necessária reacção contra o classicismo francês 90
XVI – Reacção nacionalizadora em Portugal e na Espanha 91
XVII – Interesse universal das Obras mais extremas e puramente nacionais 93
XVIII – Criação portuguesa do mais belo dos Romances populares 95
XIX – Gil Vicente e o Romance integrado na tradição popular 96
XX – O génio de Bernardim Ribeiro nos Romances de amor e aventura 98

V
O Pensamento Nacional que Permitiu e Guiou a Restauração da Literatura Dramática e do Teatro
I – Experiência necessária para a livre criação da Tragedia 104
II – O que dá o carácter de nacionalidade aos Dramas 105
III – A renovada Tragedia Clássica nos fundamentos do novo Teatro 106
IV – A fonte reencontrada para a restauração da Literatura e do Teatro portugueses 107
V – A verdade dramática e a verdade histórica 107
VI – Missão civilizadora de um repertório nacional 108
VII – Questão de independência nacional 108
VIII – Os dois grandes elementos sociais, o popular e o aristocrático 109
IX – Consciência da obra iniciadora realizada 111
X – Temas portugueses que naturalmente requerem a forma da Tragedia 112
XI – A verdadeira tragedia, a língua dramática, o Verso e a Prosa 112
XII – Criação portuguesa da Tragedia nova 113
XIII – O estudo do homem e o que devem ser o Drama e o Romance 114
XIV – O tema de D. Inês de Castro no Romance e na Tragedia 116
XV – Aproximações entre a Poesia e as Artes plásticas 118
XVI – Os modernos temas no Drama 120
XVII – O ritmo dramático e os versos hendecassílabos 121
XVIII – Preferência da Tragedia humanizadora 122
XIX – Reacção justa da Escola Romântica 124
XX – A Literatura que reflecte e caracteriza a Sociedade 126
XXI – Princípio de verdade e justiça na Crítica 128

VI
Estudo Compreensivo da Linguagem, da Literatura e da História Nacionais
I – Culto do Génio e crença na Pátria 134
II – Influência de Camões 136
III – Louvor de um poeta clássico 137
IV – Louvor de Filinto Elísio 138
V – Contra os malefícios das traduções estrangeiras 139
VI – Comparação entre Sá de Miranda e Bocage 141
VII – Unidade literária e crítica ao partidismo 142
VIII – Nenhuma educação é boa se não for nacional 144
IX – Valor da educação familiar 145
X – Estudos essenciais para a educação do espírito 147
XI – Preferência pela língua nacional 148
XII – Valor educativo da História antiga e moderna 150
XIII – Ensino moral dos livros de exemplos históricos 152
XIV – Necessidade de formar homens com princípios 153
XV – Educação moral pela História 155

VII
O Poder Político e o Poder Intelectual Separados e Ameaçados
I – As Letras e as Artes como bases da Política 160
II – Poder político e poder intelectual 162
III – O que valoriza as criações do Espírito 163
IV – Compensação e prémio do trabalho intelectual 164
V – A Nação que lutou com maus governos 166
VI – Pensamento grande e nacional 168
VII – O que foi vencido na separação dos Impérios Lusíadas 169
VIII – Crise agravada por teorias mal sabidas 169
IX – Forças morais na política 170
X – Sintoma da crise: a desconfiança entre Príncipe e Nação 172
XI – Pensamento que resistiu ao Liberalismo 173
XII – Erros na guerra civil 177
XIII – Antigos burgueses e novos usurpadores 178
XIV – Vício materialista da Economia do século XIX 178
XV – Liberdade merecida e hipocrisias 179
XVI – Falsidades e febre do ouro 180
XVII – Superioridade moral dos não materialistas 181
XVIII – Os novos loucos do Pireu 181
XIX – Leis eternas e instituições monásticas 243
XX – Culpa dos que desviam bens espirituais 247
XXI – O pior defeito do Liberalismo 248
XXII – Aliança da Religião e da Educação 249
XXIII – Confusão do elemento democrático 250
XXIV – A verdadeira liberdade 253
XXV – A ameaça vinda do Oriente 255
XXVI – Direitos e deveres do Padroado Português 256
XXVII – Contra perseguição religiosa 257

VIII
O Pensamento Político e Social Restaurador
I – Esperança posta em 1820 192
II – Escolha dos representantes 193
III – Espírito público e espírito de partido 194
IV – Erro capital do sistema de 1820 195
V – Condenação da união com a Espanha 196
VI – Constituição conveniente 197
VII – Erro de uma constituição omnipotente 199
VIII – Câmara Alta e representação aristocrática 200
IX – Circunstâncias das reformas democráticas 201
X – Obra imposta pela ditadura de D. Pedro 203
XI – Verdadeiras consequências das leis democráticas 204
XII – Bens nacionais malbaratados 206
XIII – O Demolidor 207
XIV – Recuperação nacional: predomínio do Espírito 208
XV – Tributo de sangue e lágrimas 209
XVI – Reacção liberal traída 210
XVII – Más imitações da democracia antiga 211
XVIII – Revolução que proclamou o princípio democrático 212
XIX – Esperança numa ordem constitucional 213
XX – Princípios de organização social e unidade nacional 214

IX
A Doutrina Restauradora Nacional em Luta
I – As duas fáceis posições políticas 219
II – Coragem e sacrifícios da posição isolada 220
III – Princípio hereditário da formação da Câmara Alta 222
IV – Perigos de uma Câmara Alta de nomeação ministerial 223
V – Vício basilar de eleição popular 224
VI – Realismo político 225
VII – Perigos da omnipotência da classe média 227
VIII – Nivelamento das classes 228
IX – Ambiciosos que descem ao populacho 230
X – Usurpações de classe 231
XI – A liberdade impossível sem ordem 233
XII – A desgraça do povo guiado por falsos condutores 234
XIII – Nação inteira iludida 235
XIV – Exemplo do povo francês 236
XV – Facções que cegam a multidão 239
XVI – O que convém ao povo e à ordem 240
XVII – Grandeza moral dos não materialistas 241
XVIII – Os novos loucos do Pireu 243
XIX – Leis eternas e instituições monásticas 244
XX – Culpa dos que desviam bens espirituais 247
XXI – Pior defeito do Liberalismo 248
XXII – Aliança da Religião e da Educação 249
XXIII – Confusão do elemento democrático 250
XXIV – Verdadeira liberdade 253
XXV – A ameaça do Oriente 255
XXVI – Padroado Português 256
XXVII – Contra perseguição religiosa 257

Nota crítica 259
Nota bibliográfica 267


Marca Panorama
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Selecção, Prefácio e Notas João de Castro Osório
Ano de Publicação 1960
Nº de Páginas 288
Encadernação Capa Mole
Portes São Calculados Automaticamente no Cesto de Compras
Prazo de Entrega Previsto 1 Continente: 3 a 5 dias Úteis
Prazo de Entrega Previsto 2 Madeira: 5 a 7 dias Úteis
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