Estado do Livro: Capa com alterações de cor
Nesta colectânea de contos, Luís Forjaz Trigueiros revela-se um observador implacável das ilusões humanas. As histórias, entre o quotidiano e o simbólico, desenham retratos de vidas suspensas entre a esperança e o desencanto. Com uma prosa elegante e contida, o autor devolve-nos a ternura e a tragédia do comum: os gestos banais onde mora a poesia, os silêncios que escondem afectos, a nostalgia que resiste ao tempo. Publicada originalmente na colecção Biblioteca Básica Verbo, esta obra reúne oito contos — de Ainda há estrelas no céu a Já não há dias diferentes — que, como pequenas constelações, iluminam o lado mais humano do desencanto português. Um livro que confirma Trigueiros como mestre da ironia su btil e da melancolia luminosa.
Autor: Luís Forjaz Trigeiros
Editora: Verbo
Colecção: Biblioteca Básica Verbo
Ano de Publicação: 1972
Capa Mole
117 Páginas
Índice:
- Ainda há estrelas no céu – p. 9
- História que parece fútil – p. 29
- A casa do outro mundo – p. 39
- Aquelas mãos – p. 55
- Oeste, vida parada – p. 69
- O silêncio e o ódio – p. 81
- Boa noite, pai – p. 89
- Já não há dias diferentes – p. 99
Referência Interna: A1