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Em *A Acumulação Primitiva do Capital*, Karl Marx revela o momento obscuro em que o capitalismo nasce — não de uma evolução harmoniosa, mas de um processo violento de expropriação, expulsão e exploração.
Com a lucidez cortante que lhe é própria, Marx disseca o modo como o trabalho foi separado da terra, como a riqueza se concentrou nas mãos de poucos e como o sofrimento humano foi transformado em mercadoria.
Mais do que uma análise económica, este texto é uma denúncia moral, uma arqueologia das injustiças que fundaram o mundo moderno.
Cada página é um espelho do passado — e, ao mesmo tempo, um aviso sobre o presente.
Índice:
- Capítulo XXVI — O segredo da acumulação primitiva – pág. 5
- Capítulo XXVII — A expropriação da população do campo – pág. 11
- Capítulo XXVIII — Legislação sanguinária contra os expropriados a partir do fim do século XV – pág. 37
- Capítulo XXIX — Génese dos rendeiros capitalistas – pág. 49
- Capítulo XXX — Repercussão da revolução agrícola na indústria. Estabelecimento do mercado interno para o capital industrial – pág. 53
- Capítulo XXXI — Génese do capitalismo industrial – pág. 61
- Capítulo XXXII — Tendência histórica da acumulação capitalista – pág. 77
- Capítulo XXXIII — A teoria moderna da colonização – pág. 81